sábado, 12 de maio de 2018

Princípio de incêndio na minha casa: um alerta a todos!

por Simoni Aquino

Hoje estou aqui para deixar reflexões e um alerta.
Na última postagem fiquei de voltar para relatar como foi minha palestra na Unimonte (que diga-se de passagem foi maravilhosa e eu volto na próxima postagem pra contar como foi), mas infelizmente hoje estou aqui para contar que ocorreu um incêndio de pequenas proporções na minha casa e compartilhar mais esse desafio na minha vida e deixar um alerta a todos.

Quem me conhece, sabe que minha vida sempre foi e ainda é cheia de perdas, desafios e superações e hoje afirmo sem sombra de dúvidas, que o que me manteve “firme e forte”, foi a minha Fé - e sou grata pelas lições de religiosidade e fé que tive a honra de receber de meus pais. Venho de berço católico, fui batizada, fiz catequese, 1ª comunhão, fui catequista, casei na igreja. Na minha 1ª comunhão aos 12 anos só me confessei porque fui obrigada, sempre achei estranho contar “pecados” para um padre que é um mero mortal, penso que Deus é onipresente e assim, conhece meu coração. Deixei de frequentar missas há uns 15 anos por entender certos dogmas ultrapassados e considerar os sermões hipócritas. Hoje, o catolicismo não me faz falta, embora a presença de Nossa Sra. de Fátima (influência de minha avó portuguesa) e de Santa Rita de Cássia (que fez o milagre do meu pai alcoólatra não beber por 5 anos), sejam importantes na minha Fé. E hoje me divorciando, sei que a Igreja Católica não "aprovaria".

Devido a Chico Xavier e seu exemplo de credibilidade e moral, encontrei no kardecismo conforto e compreensão e assim, passei a compreender o falecimento da minha mãe como parte da espiritualidade e do processo evolutivo do ser humano, onde todos temos uma missão a cumprir na vida; e que assim que a cumprimos, é chegada a hora de nossa passagem para outro plano.

A palavra religião origina-se do latim “religare” e tem o significado de religação, que se refere à uma ligação entre o homem e Deus. E como fui criada por uma educadora por vocação que lidava com as diversidades de seus alunos, assim desde novinha sempre respeitei a todas as doutrinas e religiões, mesmo mantendo senso crítico em relação a algumas.

Assim, o que me religa à Deus e ao Sagrado é minha Fé, sem religião, costumo dizer que minha religião é minha Fé, como diz uma letra de O Rappa: "...Minha fé é meu jogo de cintura..." 
Aprecio elementos de várias correntes religiosas e vivendo minha espiritualidade sem religião, não me prendo aos dogmas, às proibições ou ao que considero inadequado, já que não acredito em demônios, dogmas, macumbas, pragas, fanatismos, trabalhos feitos, vudus e etc. Acredito na Luz, na bondade, na disseminação do amor, na Fé, na solidariedade, no fazer no sentir e no desejar o bem às pessoas, acredito nos anjos, nos espíritos de Luz e na força da prece. Acredito piamente que a Fé move montanhas; e que me faz crer que conquistarei tudo o que desejo em meu coração: trabalhar e ser feliz e realizada na vida profissional, pessoal, efetiva e materna.

Já escrevi aqui no Além do RH sobre religiosidade, pois como gestora de “pessoas” minha matéria-prima é o ser humano e, assim devo tratar a todos com respeito e não seria "humano" de minha parte segregar por conta de religiões. Tenho amigos católicos, budistas, judeus, umbandistas, kardecistas, cadomblecistas, da Universal, da Seicho no Ie, da Presbiteriana, da Messiânica, enfim de várias religiões, afinal o que vale é o ser humano. 

Minha Fé é baseada no fato de que não acredito que Deus aprove qualquer religião que não respeite o ser em sua essência, independente de opções, pensamentos ou crenças. Não creio que Deus julgue ou segregue, acredito que Deus é amor, perdão, generosidade, igualdade, respeito, fraternidade, bondade, justiça, isenção de julgamento, gratidão e integridade. Deus não combina com preconceito, racismo, diferença, julgamento, ingratidão, desigualdade, maldade ou castigo e na minha concepção, nada disso condiz com a história de Jesus e a lição que Ele nos deixou de respeito, humanidade e solidariedade embora o egoísmo faça as pessoas deixarem de praticar esses atos humanistas de amor.

Fiz essa explanação para contar algo bem íntimo, que exercendo a minha Fé tenho o costume herdado de minha falecida mãe, de acender vela para me religar a meu Anjo da Guarda. 

E como estou numa fase bem complicada na minha vida: com feridas abertas difíceis de cicatrizar, enfrentando algumas dificuldades, buscando trabalho e com a grana curta, superando dores de sonhos desfeitos e de esperanças perdidas misturadas com uma decepção afetiva que dói na alma, venho sentindo a necessidade da presença de meu Anjo da Guarda junto a mim, para que ele também não me vire as costas e me dê conforto e força para superar mais essa fase senão vou enlouquecer.

E foi justamente uma vela de 7 dias que já estava no finalzinho, repleta de pedidos de Luz e de boas intenções, que ocasionou o princípio de incêndio no meu home office. Creio piamente que meu Anjo da Guarda estava de prontidão a me proteger, pois durante a madrugada fui acordada por um sonho nunca acordo com sonhos e percebi a fumaça no meu quarto. No cômodo ao lado, o recipiente onde a vela queimava pegou fogo e atingiu a madeira do topo da minha estante de livros e um álbum de fotos. 

Milagrosamente o fogo não se propagou nem na madeira e nem no álbum e apagou-se "sozinho" antes mesmo de meu despertar, pois quando acordei já não havia o fogo e sim uma fumaça densa e escura que acabei inalando muito até acordar. Precisei ficar em observação no hospital devido a meu histórico da asma, mas felizmente ou infelizmente está tudo bem comigo, não sofri nada de grave e estou pronta para o próximo desafio no meu caminho que sei que não vai faltar... pois ultimamente quando acho que Deus coloca a felicidade em meu caminho, vem a vida e me arranca sem dó me deixando um vazio cheio de perguntas sem  respostas, mas enfim...

Só me resta ser grata a Deus por ter me considerado merecedora de mais uma graça e ter me livrado de um incêndio de grandes proporções, pois é muito comum incêndios graves serem ocasionados por velas acesas. Acredito que por ser uma pessoa do bem, que não guarda mágoas, que não faz mal para ninguém, que apesar das dores e das decepções só guarda amor no coração, meu Anjo da Guarda estava de prontidão e não permitiu que o fogo propagasse. 

Dos males, o menor - diz o ditado popular e é verdade. Graças a Deus, apenas o susto e os transtornos materiais: desmontar meu home office, providenciar a limpeza da fuligem que tomou conta da casa toda, agora será preciso pintar meu escritório e colocar tudo em ordem novamente, o que é o de menos!

Decidi compartilhar essa experiência assustadora pois sei que na fase de dificuldades e de desemprego, os profissionais desempregados ficam desesperados por falta de renda, pelas contas chegando impiedosas para serem pagas, o risco da inadimplência e da negativação do CPF, pela dificuldade na recolocação com a grande concorrência do mercado de trabalho, com a  oferta de trabalho ser menor que demanda de desempregados - realidades crueis na vida de quem busca recolocação. Muitas pessoas assim como eu, exercitam sua fé em suas casas pedindo proteção e abertura de caminhos a seus Anjos da Guarda acendendo velas em busca de consolo para suas aflições... a quem deixo uma mensagem: 

Mantenha a sua Fé, mas tenha muito cuidado com velas! 

Cuidado com o recipiente que você irá acender sua vela, utilize suportes próprios que são feitos em materiais resistentes ao calor. Nem deixe sua vela acesa em cima da madeira (se não for possível, use um pirex de aço inox em baixo do suporte próprio para velas) e em hipótese alguma deixe vela acesa próximo a materiais inflamáveis como papeis, plásticos, produtos químicos ou ainda de cortinas ou tapetes.

E nunca faça mal aos outros, só peça coisas positivas e jamais perca a esperança de que seus melhores sonhos se realizarão, de que seu tão esperado emprego virá, que seu sonho de ser mãe ou pai se realizará, de que você encontrará sua alma gêmea, de que você será feliz e que nessa vida alguém um dia será verdadeiro e irá lhe olhar nos olhos sem desistir de você e lhe dizer: Estou com você para tudo!

Mantenha a Fé na sua felicidade e na sua realização como ser humano completo!

Abraço e até a próxima postagem!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Palestra de Simoni Aquino na Universidade São Judas - campus Unimonte em Santos

Olá leitores do Além do RH!

Peço desculpas já que estou um tanto ausente, passei por alguns revezes ultimamente, aliados às situações do cotidiano como consultoria de carreira, busca por emprego (porque sim, estou buscando trabalho CLT por esse Brasilzão afora), divórcio, estudos, altos e baixos das superações, meu início na ONG Frutos do Amanhã (que contarei em breve)... enfim, coisas da vida que devem ser enfrentadas por mais que algumas tenham deixado cicatrizes profundas.

Mas, hoje estou aqui para trazer uma notícia muito bacana que me deixou imensamente feliz e muito honrada: na próxima 4ª feira terei a grata satisfação de palestrar novamente na Unimonte, já que será a minha segunda palestra nesta respeitada instituição. Fui convidada pelo coordenador do curso de Gestão de RH, o profº Aluízio Caffé a participar do evento IDEAR 2018, que ocorrerá entre os dias 09 e 11 de maio na Universidade São Judas, campus Unimonte. 

Abordarei um tema muito em voga em tempos de mundo corporativo competitivo: Trabalho em Equipe e CooperaçãoO título da minha palestra é "Ser e Com-Viver: O Sucesso no Mundo Corporativo" e acontecerá das 21h às 22h30.

Falarei sobre a importância de "ser", sobre a arte da "com-vivência" e da tolerância; a importância do diálogo, da empatia e da gentileza nas relações interpessoais; contarei uma passagem sobre a filosofia africana Ubuntu (disseminada por Nelson Mandela) e trarei o grandioso exemplo de Michael Jordan. Um conteúdo humanista que não traz reflexões apenas sobre o mundo corporativo, mas que serve para levar para a vida, porque afinal de contas "ser e com-viver" a gente faz o tempo todo, a toda hora e com todos ao nosso redor seja na vida profissional, pessoal ou social. E como nos ensina Ubuntu: "Eu sou quem sou porque somos todos nós!"

Uma palestra participativa e cheia de interação com o público, uma verdadeira oportunidade de compartilhar minhas experiências adquiridas na selva de pedra do mundo corporativo com alunos sedentos de conhecimento. 

O IDEAR é um ciclo de palestra dos mais variados temas para todos os alunos, os quais podem se inscrever em quaisquer das palestras, independentemente da aderência do curso em andamento ao tema escolhido. A pluralidade e interdisciplinaridade dos temas aliadas à autonomia do discente é a tônica do evento patrocinado pelo Centro Universitário há alguns anos, que proporciona ao aluno experiências que podem ser diferentes das experimentadas em seus cursos de origem.
Confira a programação completa no link: www.unimonte.br/eventos/primeiro-dia-idear-2018/

A São Judas campus Unimonte fica na Rua Comendador Martins, 52 - Vila Mathias - Santos/SP.

À você meu leitor, aluno da Unimonte, deixo aqui meu convite e na 5ª feira estarei de volta pra contar como foi...

Abraço,

segunda-feira, 26 de março de 2018

Busca pela excelência x "fazer meia boca" no mundo corporativo

por Simoni Aquino

Antes de explicar o título do texto de hoje gostaria de trazer dois conceitos muito em voga em tempos de mundo corporativo estratégico e competitivo: chefe x líder.

Para um melhor entendimento da diferença entre chefe e líder, trago uma citação do prof. Douglas de Matteu: "O chefe prega, o líder ouve; o chefe absorve energia e informações, o líder fornece energia e informações; o chefe fornece instruções, o líder fornece foco; o chefe exige risco, o líder compartilha risco; o chefe busca a glória direcionada, o líder busca a glória refletida; o chefe reconhece o que está errado, o líder reconhece o que está certo; o chefe valoriza a uniformidade e permanece estagnado, o líder valoriza a diversidade e evolui".

Assim sendo, ao apontar as diferenças entre chefe x líder, concluímos que o "chefe" controla o comportamento do seu subordinado, dá ordens, foca na execução da tarefa, resolve problemas, assume responsabilidades e dirige pessoas, enquanto que o "líder" libera o potencial de cada um da equipe, motiva, planeja, ouve, foca no processo, dá crédito, inspira, ensina a resolver problemas, compartilha responsabilidades e serve as pessoas. 

Constatamos que o mercado de trabalho se transformou muito especialmente após a globalização, hoje não há espaço para os chefes de outrora. O mundo corporativo demanda resultados rápidos porém consistentes, demanda metas alcançadas através de pessoas motivadas e não detonadas, demanda clima favorável e não depreciativo e de exposição desnecessária. Como dizia Gandhi:  "Liderança um dia teve a ver com a força, hoje tem a ver com o relacionamento entre as pessoas. E para se relacionar bem com as pessoas, é preciso entender as razões que as levam a ser do jeito que são. Sem esse entendimento, não há liderança”.

Ficando clara essa diferença, vamos à história de hoje:

Era uma vez um "chefe" um tanto problemático, que embora na prática fosse gestor de projetos, não apresentava competências básicas/mínimas para o efetivo exercício de sua função: visão holística, disciplina, administração do tempo, alocação de recursos, planejamento e liderança. Para ter seu "problema" resolvido, sua atuação era voltada ao atropelo às ações planejadas de seus subordinados, desconsideração às opiniões, não dava atenção a pontos de vista distintos dos seus e o pior, que esses pontos de vista vinham de profissionais especialistas em suas áreas de atuação, na qual ele não sabia nada ou muito pouco a respeito, entretanto era "gestor" e isso lhe dava salvo conduto para mandar, desmandar, atrapalhar e interferir.

Sua brilhante alternativa era "fazer meia boca"!!!

Isso mesmo! Em pleno século 21, em tempos de mercado de trabalho competitivo e mundo corporativo focado em resultados efetivos e consistentes, um "chefe" orienta que se faça mal feito determinados processos relacionados à Educação Corporativa, a desenvolvimento humano.

E o mercado de trabalho está cheio de meias bocas, de forma geral os "meias bocas" são instáveis e com baixo grau de inteligência emocional, repudiam a busca pela excelência, criam argumentos vazios para minimizar os benefícios do planejamento a fim de justificar a sua ausência, sentem-se ameaçados pelos que são éticos e que apresentam competências mais desenvolvidas que as suas. Rotulam quem busca excelência como "certinhos, chatos ou exigentes". E pior, exigem resultados assertivos e efetivos em prazos irreais devido a falta de planejamento.

Normalmente, criam exércitos de fieis seguidores que por medo de serem demitidos por exporem suas opiniões, agem sendo coniventes com esse tipo de atitude e sem se darem conta tornam-se sua cópia fiel, fazendo "igualmente meia boca" e pouco envolvidos com um trabalho de qualidade, de excelência. Triste e lamentável quando essa postura de baixo envolvimento com a qualidade, vem de profissionais envolvidos com o desenvolvimento humanos dos colaboradores da empresa, nas quais deveriam atuar de forma ética e como agentes de transformação e de desenvolvimento humano e corporativo.

Era uma vez... uma especialista em Educação Corporativa que ousou contestar essa orientação, argumentando que "milhões de reais em investimento para uma educação corporativa baseada na gestão por competências, não estava sendo feita para que se continuasse "fazer meia boca". Mas, infelizmente esse tipo de ordem impera nos bastidores corporativos onde o falso marketing pessoal de alguns "executivos" prevalece em empresas que apenas vivem de nome, tradição e marketing corporativo camuflando muito bem sua verdadeira face retrógrada em termos de gestão de pessoas. 

Era uma vez... uma especialista em Educação Corporativa de volta ao mercado de trabalho, porque ousou se negar a ser conivente com a praxe antiética, pequena, medíocre e incompetente do "fazer meia boca". 

Era uma vez... uma especialista em Gestão de Pessoas, especialista em Gestão por Competências, especialista em Educação Corporativa que acredita piamente que é possível ser um agente de transformação no mundo corporativo que não se curva "aos meia bocas", que não se permite não fazer o seu melhor e que deita a cabeça no travesseiro certa de que "busca excelência a cada atuação".

Era uma vez... uma profissional de Desenvolvimento Humano que acredita na sua vocação e valoriza a ética profissional, acima de qualquer coisa!"

Enfim, não se contamine... fique longe dos "meia boca".
Sua carreira profissional agradece!


Abraço e até a próxima postagem,

quarta-feira, 21 de março de 2018

Simoni Aquino no 4º Fórum de Liderança e Empreendedorismo Feminino

Olá Pessoal!

Conforme prometido, divulgação oficial do 4º Fórum de Liderança e Empreendedorismo Feminino promovido pela ABRHSP regional Baixada Santista.

Participarei do painel de debate como Influencer Digital devido ao meu trabalho de 6 anos do blog "Além do RH", onde contarei de onde partiu a ideia de idealizar um blog voltado à empregabilidade e ao entendimento sobre o mercado de trabalho e os frutos que ele trouxe para minha carreira profissional. 

Essa é uma novidade que tenho a grata satisfação de compartilhar com meus amigos e com todos os seguidores do Além do RH e dizer sobre a honra do convite e de mais uma vez ter a oportunidade de estar junto com a regional Baixada Santista da ABRHSP, que me traz grandes aprendizados desde 2012.


Deixo aqui meu convite para que você venha participar desse grandioso evento que encerra o mês da Mulher. 
Para fazer a sua inscrição, clique aqui:

Abraço e nos encontramos lá!!!

Assembleia na carpintaria, lições de gestão de conflitos

Autor desconhecido

"Contam que na carpintaria houve uma estranha assembleia, uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças. Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava o tempo todo golpeando. O martelo aceitou a sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito. Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. 

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou e disse: “Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremos-nos em nossos pontos fortes”.

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar as asperezas, e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos. 

Ocorre o mesmo com seres humanos, especialmente no mundo corporativo, basta observar e comprovar: quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa e ocorrem os conflitos organizacionais às vezes até envolvendo rivalidades entre áreas, setores ou departamentos; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas e de equipes, fora a interação entre as equipes de setores distintos. 
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo, mas encontrar qualidades…isto é para os sábios!"

Antes de julgar o outro, faça uma autoanálise e veja se está cobrando ou julgando o outro justamente num ponto onde você mesmo falha. 

Por hoje é só, abraço e até a próxima postagem.

terça-feira, 20 de março de 2018

"Projeto Cuidar", atendimento psicológico a baixo custo

O blog Além do RH tem a honra de divulgar essa excelente iniciativa.

Embora pessoalmente não conheça o trabalho, só o fato de ser um projeto voltado a pessoas com renda familiar até 3 salários mínimos, já é algo de se apreciar e ajudar na divulgação. 
Sabemos que um processo terapêutico embora seja um trabalho fantástico e necessário, tem um custo elevado por ser um trabalho especializado, custo considerado alto ao considerarmos os padrões econômicos e sociais atuais.


Então, fica a dica!

Abraço e até a próxima postagem,

segunda-feira, 19 de março de 2018

Vagas urgentes Baixada Santista

Olá!

Estou ajudando uma amiga a trabalhar algumas vagas urgentes na Baixada Santista.

Os interessados que apresentarem o PERFIL REQUISITADO, devem encaminhar seu currículo ao e-mail: recrutamento.selecao.santos@outlook.com, no assunto do e-mail citar o título da vaga.



Dia do Artesão

Parabéns pelo seu dia!


Abraço e tudo de bom!

Dia do Carpinteiro e do Marceneiro

Parabéns pelo seu dia!


Abraço e tudo de bom!

domingo, 18 de março de 2018

Simoni Aquino participa do painel de debate no 4º Fórum de Liderança e Empreendedorismo Feminino

Olá queridos leitores do Blog Além do RH!

Passando para compartilhar que fui convidada pela diretoria da ABRHSP regional Baixada Santista para participar do painel de debate no 4º Fórum de Liderança e Empreendedorismo Feminino "Mulher - Prepare-se financeiramente para suas vitórias". 
Fui convidada pelo trabalho que desenvolvo como Influencer Digital no blog Além do RH, já que se tornou referência para quem busca recolocação profissional e para profissionais de RH.

O evento ocorre anualmente para celebrar o mês da Mulher em março, onde a ABRHSP regional Baixada Santista reúne algumas mulheres líderes e empreendedoras de destaque, para compartilhar experiências profissionais e mostrar como enfrentar os desafios do cotidiano feminino, preparando-se financeiramente para as suas vitórias. 

Haverá uma palestra de abertura com a Teresa Tayra e em seguida o fórum com debates sendo mediado por Lúcia Helena Cordeiro e mais 3 palestrantes: eu, Carla Capociama e Márcia Ferrigno

Programação do evento:

Data: 28/03 (quarta-feira) das 19h00 às 21h30
Local: Unimonte em Santos.
  • 19hs - Welcome Coffe
  • 19h30 - Abertura ABRHSP
  • 19h45 - Palestra "Mulher - Prepare-se financeiramente para suas vitórias" com Teresa Tayra - Dsop Educação Financeira
  • 20h30  - A mediadora Lúcia Helena conduzirá o debate do fórum feminino contendo 3 convidadas: Simoni Aquino, Carla Capociama e Márcia Ferrigno
  • 21h15 - Encerramento ABRHSP
  • 21h30 - Entrega das doações para a Ong

Assim que a ABRHSP regional Baixada Santista disponibilizar a divulgação oficial do evento, divulgarei aqui com os detalhes de inscrição e outras informações pertinentes.

Mas, de antemão gostaria de deixar registrada a minha honra em estar novamente próxima da ABRHSP, pelo convite de estar neste evento como uma mulher de destaque e pela minha gratidão de ter a grata satisfação de trocar conhecimento ao lado de outras mulheres de destaque.

Abraço e até a próxima postagem,

sábado, 17 de março de 2018

Por que você deve ser o escolhido para a vaga?

por Simoni Aquino

Essa é uma das perguntas mais feitas numa entrevista de seleção e muitos consideram essa uma questão banal. E de banal essa pergunta não tem nada!

Essa pergunta é estratégica, pois o selecionador tem como objetivo:
  • avaliar como o candidato se comporta frente a um questionamento capcioso;
  • verificar como o candidato se autoavalia, sua autoconfiança e sua capacidade de persuasão;
  • verificar a conduta ética do candidato frente aos demais concorrentes.

A entrevista é o momento do candidato "mostrar a que veio" a "vender seu peixe" e demonstrar como sua contratação poderá agregar ao time e o quanto a opção por você poderá contribuir para a empresa e ser um diferencial.

A pergunta pode ser explícita, mas para quem acha essa questão uma banalidade, do ponto de vista do selecionador ele passa o processo seletivo todo analisando minuciosamente cada candidato com uma pergunta na cabeça: qual o candidato mais adequado e que devo escolher para a vaga em questão?

Mas por que o selecionador fica com esse questionamento na cabeça? Simplesmente porque existem vários candidatos para uma mesma vaga e somente um pode ser aprovado. E no mundo corporativo concorrido de hoje, não há espaço para erros em seleções uma vez que a contratação e a demissão de um empregado é muito oneroso para a empresa.

Portanto, ao participar de um processo seletivo tenha em mente que se espera que o candidato traga resultados efetivos, que seja um bom gestor do tempo, que otimize recursos e faça mais com menos. Você pode usar esses argumentos para exaltar suas qualidades ao responder essa tão temida e criticada pergunta.

Saiba o que o diferencia de seus concorrentes e utilize esses pontos a seu favor.

Por hoje é só.
Abraço e até a próxima postagem!

quinta-feira, 15 de março de 2018

Stephen Hawking: um exemplo a ser seguido

por Simoni Aquino

Ontem, o mundo perdeu um dos maiores ícones da atualidade: o físico Stephen Hawking aos 76 anos.

Nascido em 1942 em Oxford no Reino Unido, no dia 8 de janeiro, coincidentemente no dia do 3º centenário de morte de outro ícone da física, Galileu Galilei. 

Os biógrafos relatam que até seus 9 anos era considerado um aluno comum, sem nada de extraordinário, embora desde muito cedo demonstrava interesse pela ciência. Em 1959 ingressou na University College em Oxford, para estudar física formando-se em 1962, depois foi para University of Cambridge onde cursou pós-graduação em Cosmologia onde passou a lecionar. Obteve o doutorado em 1966 e a partir de então, passou a atuar também como pesquisador.

Em 1963, aos 21 anos foi diagnosticado com ELA - esclerose lateral amiotróficauma doença rara, incurável e degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais. Na ocasião, não lhe davam mais de 2 anos de expectativa de vida, estava de casamento marcado com sua primeira esposa na qual foi casado por 26 anos e tiveram 3 filhos. Hawking foi casado ainda mais uma vez, sendo que com a segunda esposa, sua até então enfermeira, foi casado por 11 anos.

Devido aos efeitos da ação da ELA em seu corpo, gradualmente foi perdendo os movimentos, inclusive a força para manter a cabeça erguida, foi perdendo a capacidade de comandar toda a sua musculatura o que lhe incapacitou de andar e falar e passou a utilizar equipamentos desenvolvidos especialmente para ele, para poder escrever, se comunicar e manter seu ofício de pesquisador em plena atividade.

Na foto ao lado tirada em 2007, Stephen Hawking torna-se o primeiro tetraplégico a experimentar gravidade zero durante uma simulação de viagem espacial planejada pela Virgin Galactic no Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA). "Eu acho que a humanidade não tem futuro se não entrar no espaço", disse ele, que é autor da teoria da singularidade do espaço-tempo.


O que mais impressiona e nos serve como um exemplo a ser seguido, é que mesmo sendo portador de ELA desde tão jovem, Stephen Hawking manteve a sua obstinação pelo estudo e pelo trabalho de pesquisas de cosmologia teórica e gravidade quântica e de disseminação de conhecimento através de desenvolvimento de teoremas, aulas em cursos universitários e posteriormente, como escritor simplificando o entendimento das teorias de física para o público leigo e um dos mais renomados palestrantes.

E graças a seus feitos, foi condecorado com dezenas de medalhas e títulos por suas conquistas e teoremas, inspirou livros e filmes sobre sua incrível trajetória.

Sua força de vontade, sua obstinação pela vida, sua luta pela sobrevivência o mantiveram ativo até o final de sua vida. Enquanto nós, pobres mortais, reclamamos de tudo em nossas vidas às vezes por coisas tão menores que uma doença degenerativa, ele estava em pleno vapor atuando mesmo com todas as limitações físicas pelas quais passava.

Esse homem exemplar nos mostra que ter problemas, limitações e dificuldades todos podem ter e certamente o terão, o que varia de uma pessoa para outra é a forma como as pessoas lidam com as adversidades que a vida as apresenta. Superar é muito mais uma questão de atitude mental e boa vontade do que simplesmente a comodidade de sentar em cima do problema e ficar se lamentando porque a vida não foi tão generosa como pensamos que deveria ser.

A maior parte dos problemas são passageiros e a intensidade do sofrimento é que faz a demora na sua resolução, às vezes um problema pode ser facilmente superado de forma mais rápida se o encararmos com a possibilidade de enxergar o aprendizado que está sendo colocado à nossa frente, ao invés de reclamarmos, cheios de lamentação.

E você? E eu? E nós?
Estudamos, trabalhamos e batalhamos por nossas vidas como fez Stephen Hawking? Ou mesmo não tendo um problema tão grave quanto a ELA, nos acomodamos diante de nossos problemas, nos lamentando e reclamando da vida?
A vida e a trajetória  de Stephen Hawking nos inspira grande reflexões!



Gratidão Stephen Hawking não só por seu legado, mas principalmente por seu exemplo... descanse em paz!!!

Abraço e até a próxima postagem,

E quando solicitarem referências, o que faço?

por Simoni Aquino

Essa é uma pergunta recorrente a quem procura o Além do RH, há alguns anos eu escrevi um texto bem bacana sobre esse tema, clique aqui. Essa é uma pergunta a quem trabalha com recolocação e hoje vou procurar explicar novamente a importância de se ter referências positivas de antigos empregadores.

Existe uma teoria que diz que "contrata-se pelo currículo, pela experiência e demite-se pelo comportamento", ou seja, a conduta do profissional no cotidiano é determinante para a decisão da empresa em demitir o colaborador, porque hoje em dia em tempos de mercado de trabalho competitivo e baseado no alcance dos resultados, o comportamento do profissional é essencial.

Respeitar hierarquia, respeito às normas e procedimentos da empresa, obediência ao código de ética organizacional, saber trabalhar em equipe e lidar com os colegas de trabalho é fundamental para que a empresa avalie o colaborador positivamente.

Não entrarei no mérito das injustiças que inevitavelmente acontecem no mundo corporativo e nem na questão das lideranças inadequadas, mas hoje é essencial que o colaborador tenha uma conduta exemplar, pois ao sair da empresa e volar ao mercado de trabalho, tenha referências positivas. 

A pesquisa de referências é uma praxe muito utilizada nos processos seletivos e do ponto de vista do selecionador deve ser analisada com critério e parcimônia, pois ao levar em consideração uma análise como essa de forma isolada, pode haver injustiças caso a empresa não tenha fornecido referências positivas. Essa análise deve estar dentro de um contexto de análises de todo o processo seletivo. Da mesma forma que, existem empresas que para não se comprometer fornecem referências positivas, mas vagas, o que se torna apenas mais um procedimento pro forma dentro do processo seletivo.

Mas na dúvida, é sempre positivo que as referências sejam positivas pois não sabemos qual o peso terá no processo de seleção e da mesma forma, não sabemos qual será a conduta de seu antigo empregador.

Portanto, assim que der inicio ao seu processo de abordagem ao mercado de trabalho em busca de recolocação procure seus ex-empregadores e combine previamente que necessitará de referências e que conta com informações positivas a seu respeito. Mas não seja cínico, só tome essa atitude se você tinha um bom relacionamento com seu ex-empregador e que tenha saído da empresa de portas abertas. Caso contrário, o tiro poderá sair pela culatra.

De posse de um combinado prévio, quando participar de uma seleção e precisar informar os profissionais para referência, forneça o contato e em seguida contate essa pessoa, informando que está participando de um processo na empresa XYZ e que conta com suas referências positivas.
Referências positivas faz parte do networking e do marketing pessoal, que isso fique bem claro!

Mas e se você não tiver referências positivas? Ocorreu algum problema e você infelizmente não saiu de portas abertas? Quem nunca, não é?
Procure outros colegas de área, de preferência de um nível hierárquico acima do seu (e que você tenha relações positivas de coleguismo ou amizade) para lhe conceder essas referências. Mas em hipótese alguma fique sem referências, chegar numa empresa e deixar esse campo em branco é um forte indicativo que você tem algo a esconder e isso é um bandeira tremenda. E abre uma brecha danada para que o selecionador recorra a outros mecanismos para investigar a seu respeito, ok?

Por hoje é só, espero ter ajudado com esse texto a esclarecer essa dúvida.

Abraço e até a próxima postagem!

quarta-feira, 14 de março de 2018

1º Café & Gestão 2018 da ABRHSP Regional Baixada Santista

Olá, colegas de RH e Gestores de Pessoas!!!

Para quem é da Baixada Santista ou está de passagem por aqui no dia 23/03 acontecerá na FGV Santos uma palestra muito útil sobre "O E-Social e os impactos na gestão do dia a dia das empresas" com a especialista em RH Caroline Lorensi da Silva, instrutora da empresa Metadados. 

Essa palestra marca o 1º Café  & Gestão da ABRHSP da regional Baixada Santista em 2018.

O E-Social (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) é um projeto do governo federal que visa unificar o envio de informações pelas empresas, ou seja, o empregador, em relação aos trabalhadores que lhe prestam serviços remunerados. A 1ª etapa se encerrou em 28/02 e envolveu cerca de 14,4 mil empresas, que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2016 ou que aderiram voluntariamente, de acordo com a Receita Federal.

Como o início do E-Social vem sendo adiado há anos e ainda está em fase inicial de implantação, ainda há muitas dúvidas e poucas respostas. Então, para todo profissional de RH que deseja estar atualizado com esse processo obrigatório, uma palestra como esta é imperdível.

As inscrições devem ser realizadas antecipadamente clicando aqui. A entrada é 1kg de alimento não perecível que será doado a uma instituição beneficente.


Nos encontraremos lá!

Abraço e até a próxima postagem,

Dia do Vendedor de Livros

Parabéns pelo seu dia!


Abraço e tudo de bom!

terça-feira, 13 de março de 2018

Não faça isso de seu currículo!!!

por Simoni Aquino

Diariamente recebo currículos, mas esse modelo que trago hoje supera as expectativas, pois esse profissional encaminha seu currículo dia sim e dia não e como ele queria chamar atenção, ele conseguiu alcançar seu objetivo com pleno êxito. Então, por razões óbvias, qualquer dados que levasse à identificação do profissional desse currículo foi preservado, mas ele é um modelo de currículo que jamais deve ser copiado. 

Um currículo que quem o confeccionou "encheu linguiça, colorido, sem critério, cansativo, com erros gramaticais e de concordância, sem datas em cursos e em trajetórias profissionais, contendo informações  repetitivas e desnecessárias (número de documentos, pretensão salarial e assinatura) e com mensagem religiosa e agradecimento.

Você até percebe que o profissional se mostra qualificado, mas não tem cuidado com a apresentação de seu currículo e nem respeito à sua carreira. Não apresenta as qualificações de forma organizada e demonstra desinteresse em pesquisar sobre como deve ser feito um currículo eficiente e que demonstre verdadeiramente suas competências.

E outra, um currículo não precisa e nem deve ser encaminhado ao mesmo e-mail dia sim, dia não; uma hora irá pra caixa de spam ou parar na lixeira, então faça uma planilha e acompanhe a periodicidade de seus envios de currículos. Uma vez por mês é o máximo. E se por um acaso você tem um currículo que se pareça mesmo que de longe com esse modelo abaixo, saiba que você está fadado ao fracasso em sua busca por recolocação. #ficaadica

E para quem precisa de um modelo de currículo eficiente e eficaz, vou deixar 2 links bem úteis:

Por hoje é só!

Abraço e até a próxima postagem,

segunda-feira, 12 de março de 2018

Buscando uma orientação de carreira?

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quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia Internacional da Mulher 2018

Homenagem do blog Além do RH  a todas as mulheres!

Mulher, aproveite esse dia para refletir sobre seu papel em todas as esferas da sociedade: familiar, profissional, social, educacional, no mercado de trabalho e etc.

Você está feliz?
Você está satisfeita com o papel que exerce e com o espaço que ocupa na sociedade?

Hoje o dia é propício para refletir e debater: não somos nem melhores e nem piores, só precisamos e buscamos igualdade. 
Uma questão de merecimento e justiça!
Reflita e deixe sua opinião!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Entregou documentos e fez exame admissional? Você NÃO está contratado!

por Simoni Aquino

O artigo mais lido do Blog Além do RH é o Quanto tempo demora um processo de seleção?, desde 2012 esse texto é imbatível, recorde de leitura diária.
E uma das perguntas que mais me fazem é: 

- "Simoni, entreguei as cópias de meus documentos, fiz o exame admissional e me pediram para aguardar um contato telefônico, mas já faz xx dias e até agora nada". 
Alguns até dizem: 
- "Simoni, deixei de ir participar de outros processos seletivos em outras empresas por causa dessa situação".

Caro leitor, o que fazer nessa situação?

Saiba que, enquanto não houver assinatura do contrato de trabalho não há vínculo empregatício. É duro, é cruel... mas essa é a realidade!

Portanto em ambas situações, JAMAIS deixe de participar de outros processos seletivos. Pois muitas coisas ainda podem acontecer nos bastidores da empresa depois da entrega dos documentos e do exame admissional, para que a contratação seja vetada, ou para que a vaga seja cancelada.

Existem algumas práticas adotadas por muitas empresas que, embora possam ser consideradas antiéticas ou até mesmo ser ilegais e que as empresas realizam independente de qualquer coisa, uma vez que é um prática interna e que o candidato nunca terá uma prova de sua reprovação ter sido ocasionada por algumas dessas práticas. 

Contratações podem ser vetadas pelos seguintes motivos:
  • Consulta a antecedentes criminais
  • Consulta a pendências/demandas judiciais: especialmente se for em esfera cível (especificamente Lei Maria da Penha), criminal ou trabalhista
  • Consulta a restrições de crédito: o famoso "nome sujo"
  • Ter parentes na mesma empresa
  • Reprovação no exame médico admissional: e acredite, isso é mais comum do que você imagina e a maioria das empresas opta por manter sob sigilo o resultado do exame e reprovar o candidato.
Não entrarei no mérito do certo e errado em relação aos motivos acima, o que pretendo mostrar é que essas situações são possíveis de acontecer e com isso a contratação acabar não acontecendo.

Além dos motivos acima, as contratações podem ser canceladas pelos seguintes motivos:
  • Cancelamento da vaga: a empresa pode ter decidido por alguma movimentação interna ou ter decidido cancelar o posto de trabalho.
  • Opção por alguma indicação: infelizmente existe essa possibilidade, a empresa ter recebido alguma indicação e ter optado pela contratação desse indicado.
Por tudo o que expliquei acima, mesmo você tendo entregue os documentos e feito o exame médico admissional não há garantias de que houve a contratação, portanto não perca oportunidades no mercado de trabalho.

Entregou os documentos admissionais e fez exame médico, mas a empresa ainda não agendou a contratação?
Entregou os documentos admissionais e fez exame médico, mas a empresa está demorando mais de uma semana para passar a data do seu início na empresa?

Nesse ínterim, você foi convidado por outras empresas para participar de processos seletivos? Não pense duas vezes, participe!
Não perca oportunidades, lembre-se sem o contrato de trabalho assinado, não houve a contratação, portanto não há vínculo empregatício, ok?

Abraço e até a próxima postagem!

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